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segunda-feira, 25 de abril de 2016

ATAQUE DE PIT BULLS GERA INDENIZAÇÃO DE R$ 600 MIL, DEPOIS DE DEZ ANOS

Idoso passou por várias cirurgias e ainda tem sequelas. Advogado do dono do cachorro diz que lamenta o ocorrido.
Um policial aposentado de 74 anos ganhou na Justiça uma indenização de R$ 600 mil dez anos após ter sido atacado por um casal de pit bulls em Bauru (SP). Em março de 2006, ele sofreu ferimentos graves no nariz, orelha, braços e perna e precisou passar por vários procedimentos cirúrgicos.
“Eu perdi quase três litros de sangue, fiquei com ferimentos em todo o corpo. Até hoje tenho sequelas, dores na perna, os...

braços têm circulação prejudicada”, conta o idoso, que prefere não se identificar.
O caso aconteceu quando a vítima tinha 64 anos. Ele conta que estava em sua chácara na rodovia Cesário José de Castilho, entre Bauru e Arealva, limpando a piscina para receber os amigos no fim de semana, quando o casal de pit bull entrou pela cerca do vizinho. “Eu estava de costas e vi um vulto, quando virei eram os dois me olhando. Pensei que se eles me atacassem eu estaria morto, mas não deu tempo de me trancar na casinha da bomba da piscina e eles já me atacaram. Eu só me defendi.”
O aposentado conta que um dos cães o atacou nas pernas e o outro nos braços, enquanto ele se defendia. Em certo momento um dos cachorros saiu dali e ele conseguiu se soltar da fêmea, então correu para a casinha da bomba da piscina para se esconder. “Fiquei um tempo ali e depois fui pedir socorro”, lembra.
O idoso ficou 12 dias no hospital e depois seis meses de repouso, só então que voltou a andar, segundo a esposa do idoso, que também não quis se identificar. Ele diz que os cães já tinham entrado outras vezes na chácara e que tinha até alertado os donos dos animais sobre o perigo deles ficarem soltos.
Segundo o advogado do idoso, Elion Pontechelle Júnior, a ação pedia a indenização dos danos materiais gastos com as cirurgias feitas e uma ação de condenação moral. De 2006 até agora houve recursos até a Justiça permitir o cumprimento da sentença. Eles entraram com pedido de penhora para conseguir o valor, que em 2007 era de R$ 114 mil. A ação civil já foi julgada em segunda instância e a decisão foi proferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
Segundo o advogado da vítima, a decisão já transitou em julgado, ou seja, já não cabe mais nenhum recurso. O único aspecto que ainda está pendente é a questão da penhora da chácara do proprietário dos cães.
O advogado do dono dos cachorros disse que ele lamenta o ocorrido, mas que prefere não comentar o caso, que está sendo julgado.
Dez anos depois do acidente, o idoso ainda tem esperança de ser indenizado pelo ataque dos cães. “Eu acredito na Justiça, mas o que importa é que eu estou vivo até hoje.”
Renata Marconi
Fonte: Site G1
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Maria da Glória Perez Delgado Sanches
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ITANHAÉM, MEU PARAÍSO

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Da capital, já morei entre verde e bichos, na lida com animais e plantas: anos de injeção, espinho de ouriço, berne, parto de égua e curva de nível, viveiros, mudas, onde encontrei tempo para lecionar inglês, alfabetizar adultos e ler livros, na solidão do mato. 

Paixões se sucederam e convivem até hoje: Contabilidade, Economia, Arquitetura (IMES, MACK), a chácara e, afinal, o Direito (FDSBC, cursos e pós graduações). No Judiciário desde 2005, planto, replanto, reciclo, quebro paredes, reconstruo, estudo, escrevo e poetizo, ao som de passarinhos, que cantam nossa liberdade.

Não sou da cidade, tampouco do campo. Aprendiz, tento captar o que a vida oferece, para que o amanhã seja melhor. Um mundo melhor, sempre.

Agora em uma cidade mágica, em uma casa mágica, na qual as coisas se transformam e ganham vida; mais e mais vida. Minha cidade-praia-paraíso, Itanhaém.

Nesta casa de espaços amplos e um belo quintal, que jamais é a mesma do dia anterior, do minuto anterior (pois a natureza cuida do renovar a cada instante o viço, as cores, flores, aromas e sabores) retomei o gosto pelo verde, por releituras de espaços e coisas. Nela planto o que seja bom de comer ou de ver (ou deixo plantado o que Deus me trouxe), colho, podo, cozinho os frutos da terra, preparo conservas e invento pratos de combinações inusitadas, planejo, crio, invento, pinto e bordo... sonho. As ideias brotam como os rebentos e a vida mostra-se viva, pulsante.

Aqui, em paz, retomo o fazer miniaturas, componho terrários que encantam, mensagens de carinho representadas em pequenas e delicadas obras. 

Muito prazer! Fique à vontade, passeie um pouco: questões de Direito, português, crônicas ("causos"), jardinagem e artesanato. Uma receita, uma experiência nova, um redescobrir. 

Pergunte, comente, critique, ok? A casa é sua e seu comentário será sempre bem-vindo.

Maria da Gloria Perez Delgado Sanches

MARQUINHOS, NOSSAS ROSAS ESTÃO AQUI: FICARAM LINDAS!

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